Alice no País das Maravilhas
Foi ontem que, graças à Take Cinema Magazine, pude assistir ontem à antestreia de um dos filmes mais cobiçados de 2010. Não só pelo facto de ser mais uma das produções do Tim Burton, que já por si trás uma legião de fãs desejosos. Mas também porque, a história deste filme, sempre foi algo que esteve presente na nossa infância, e agora retorna como uma sequela.
Neste filme a Alice retorna ao País das Maravilhas, que esta a ser alvo da devastação da terrível Rainha de Copas, aliada ao Valete de Copas. Contudo, se bem se lembram, seja do livro, ou da primeira história da Disney, a Alice sempre pensou que tudo apenas tinha sido apenas um sonho muito estranho. Mas que leva à questão, se seria mesmo.
Em relação aos actores, como sempre o Jonny Deep, nos filmes do Burton, é cabeça de cartaz, e no papel de chapeleiro, a grande novidade é ser ruivo, pois a loucura e excentricidade da personagem já é bem mais que conhecida no actor, já vistas noutros papeis.
Mas o que realmente trás vida ao filme, na minha opinião, são as personagens animadas. Personagens como a Lebre de Março, os gémeos Tweedledee e Tweedledum, e sem esquecer do Gato Sorridente, que demonstram mesmo as loucuras existentes.
Para quem ainda esteja na dúvida, em ir ou não ver este filme, é favor tirar essas dúvidas e reservar já um lugar. Trata-se de um óptimo filme para passar um serão, na companhia das pipocas, juntamente com os amigos, filhos, ou com a sua cara-metade. Porém, para os aficionados do Burton, talvez apanhem uma surpresa, não pelo facto do filme estar mau, pois não está, mas apenas porque este poderia ter muito mais da genialidade de Burton conhecida, em certos aspectos. Mas existem pormenores no filme fantásticos, para os olhos mais atentos, inclusive, até os créditos estão espectaculares.
